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Quarta-feira, Maio 27, 2009 |
testando templates forever...
| Postado por Laila Razzo
às 5:26 PM |
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Sexta-feira, Maio 15, 2009 |
deleted by author.
| Postado por Laila Razzo
às 7:58 AM |
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Segunda-feira, Maio 11, 2009 |
A página em branco é infinita na minha vida. Mas não na minha mente...
UNDER CONSTRUCTION.
| Postado por Laila Razzo
às 4:46 AM |
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Segunda-feira, Março 09, 2009 |
Estava eu no aeroporto de Guarulhos na sala de embarque com uma horinha pra gastar. Devassa era o lugar. Nunca tinha entrado lá, só curiado do lado de fora. Na verdade, acho que nunca tinha tido tempo suficiente pra entrar e passar algum tempo dentro do estabelecimento. Ansiando por fumar um cigarro, entrei.
Apesar dos preços serem bem avantajados, não dava para notificá-los pelo lado de fora. Eu queria só fumar um cigarro, mas minha boa educação e meus bons modos me falaram desde o princípio para consumir alguma coisa. Distraidamente passei os olhos pelo cardápio no display... E logo me virei para o refrigerador de bebidas e fui direto no toddynho. R$4,50. Li umas três vezes essa rápida mensagem: quatro e cinquenta, quatro e cinquenta, quatro reais e cinquenta centavos. Pulei pras bebidas de cima, cervejas, refrigerantes, chás, sucos... E a cada um que percorria minha visão uma nova facada era dada. Recaí meus olhos para uma humilde garrafinha d´água, como um prêmio de consolação. E que consolação cara, logo percebi.
Peguei a água de três e cinquenta com seus míseros meio litro, sendo generosa, porque com certeza era uma coisa das famosas três centenas, umas quatro dezenas e mais cômicas unidades de ml, como um 7. Me dirigi ao caixa. Paguei e perguntei pra moça se não tinha fósforos.
- Pra vender?
- Não, de graça mesmo?
Não consegui engolir a interrogação, muito menos a minha expressão de "só o que faltava" mas venci o impulso de falar: não, de brinde... pode ser?
E a moça logo disse: não não... tem sim. E me deu a caixinha.
Fui me sentar no canto do aposento com minha aguinha filtrada por lâminas de ouro para fumar meu marlboro light cercada de displays do dunhill carlton ocasionando em mim a estranha impressão de que eu tava fumando o cigarro errado (a publicidade é linda).
No fim da minha água e do cigarro, cercada de pessoas encervejadas, incluindo um senhor de voz esganiçada que já devia tá bebendo o terceiro copinho de 300 ml do chopp de lá (o que me deu uma vontade quase imbatível de chegar pra ele e falar que se ele tivesse pedido duas de meio litro teria sido mais proveitoso em custo-benefício) e no meio de uma discussão sobre nomes de agências percorri o caminho de volta à porta, mas antes devolvi a caixinha de fósforos devido ao meu bom senso de saber que era apenas emprestada, e saí de lá.
Esse é um exemplo de um local explorador monetário para fumantes atribuídos de bons modos. Realmente devasso. E é isso que ocasiona o monopólio. Não de garrafas de água de seus 347 ml, porque à dez passos dali eu compraria uma igualzinha por no máximo dois reais. Mas de área para fumantes. E depois dizem que fumantes são seres nojentos e mal educados... Eu digo: educadíssimos, explorados e indo à falência.
| Postado por Laila Razzo
às 5:04 AM |
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Sexta-feira, Janeiro 30, 2009 |
Sonhos de criança, que cresceram, e querem uma Amy Winehouse nacional para se ORGULHAREM.
Quando pequenos éramos uns etzinhos malucos para conhecer o Sandy&Jr (já que não sei individualizar duplas, e no caso quero dizer os dois mesmo, mas cada um no seu cada qual!). Dançar os power rangers têm a força, sendo que quem tem mesmo é o He-man, era uma alegria só, assim como o beijo é bom mais que mil é mais que bom [e hoje querendo o resto], abra a porta mariquinha [corna total] etc etc etc.
Aí eles crescem, o tal Sandy&Jr, e acabam. Graças à Deus, Beuz, Zeus, (alguns de) nós dizemos. Mas, acredito que cada um de nós tem um desejo secreto de vê-los à todo vapor novamente, e com sorte, em novas personas.
Quantas pessoas já não torceram pro Nelson Rubens anunciar que OK OK OK JR DO SANDY&JR É GAY, VEJA A SEGUIR e dá-lhe mãozinha pro lado como sinalizador de aeroporto? Às vezes me pego no anseio disso, não mentirei. Me sentiria tão mais leve e tão menos preocupada e não faria alarde e nem riria e nem diria EU JÁ SABIA... É tudo só preo-cu-pação de verem as pessoas felizes com o que são, juro! Cof.
Mas o Sandy&JR sempre foi tão background que qualquer notícia do tipo seria menos do que os 15 SEGUNDOS de fama habituais do pobre coitado a cada apresentação, entrevista ou clipe. Mas já a SANDY&Jr...
Essa eu sonho que vire a tal Amy Winehouse brasileira, assim, sem querer o pior, nem que ela vá pra reabilitação e tenha overdoses, mas assim... Seria tão legal... Tipo: Sandy começa a puxar um fumo com seu marido da família tocadora de tudo que é instrumento, puxa tanto fumo e acha tudo tão lindo que escarafuncha as cordas vocais deixando-as tão àsperas que precisa parar com o cachimbo da paz com o intuito de ainda falar na vida. Ficando com a voz grossa como a de um traveco que esqueceu que tinha que fingir, ela iria cantar e cantar e beber pra passar a dor da distância entre sua alma e a paz de espírito da diamba. Ficaria tão louca e desesperada que concluiria: tá na hora de explorar outra parte do meu corpo, o nariz. E cheiro pra lá, cheiro pra cá, sniff sniff sniff, sairia de casa com trapos de roupa e um ninho de sebo na cabeça e diria para um paparazzi: "Chitãozinho&Xoróróróró (não sei individualizar duplas, nem ela) querem me levar pra reabilitação mas eu disse não... não... não".
Desta humilde forma, Sandy&Jr voltariam com tudo, cada um com suas experiências de descobrirem-se como são e finalmente fariam uma letra na vida ao invés de pegarem um mega sucesso de Laura Pausini. E Sandy&JR iria tocar bateria e SANDY&Jr iria ter um vozerão cantando e falando bluesalmente sobre suas experiências com o pecado, assim, imoral, suja e cool.
Na teoria daria dinheiro e muita, muita, muita polêmica. Mas como o povo brasileiro é bem bonzinho e não ia querer ver a queridinha SANDY&jr (Sandy&JR que se foda, quem se importa?) tão insandecida e adepta de um rock 'n' roll lifestyle, iam fazer passeatas, tumultos e manifestações para parar a pobre coitada agora cantando sem miar, agora com atitude e agora com estilo, que não, não daria rios de dinheiro. E as mesmas pessoinhas super contra Sandy&Jr revoltados iriam continuar alimentando o fenômeno Amy Winehouse e achando tudo um máximo. Viu como a vida é injusta até pros filhos de Chitãozinho&Xororó? (Vide Vanessa Camargo, filha de Zezé di Camargo&Luciano).
Como não daria certo mesmo, to apostando minhas fichas na Maísa, quero ver o raio que essa criaturinha não vai ser quando crescer mais uns centímetros (ou metros)... Tornaria-se Maísa a Maysa, bar em bar, bar em bar? E se nem isso vingar, só posso concluir que já tivemos nossa Amy Winehouse brasileira... A própria Maysa, bêbada, teimosa e cheia de síndromes, mas ainda, sem falar nenhumzinho What the fuck em suas letras. Triste.
| Postado por Laila Razzo
às 3:38 AM |
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Domingo, Janeiro 04, 2009 |
Quem quer que se sinta tão especial, tão diferente, tão excessão de regras deveria fazer terapia. Pé no chão é a coisa mais maravilhosa do mundo, e talvez isso que designe uma pessoa especial.
Se achar um grão de diamante na areia não faz bem. Ter um ego do tamanho de Júpiter idem. Os dois são contemplações falsas de si mesmo... Bom mesmo é se sentir frágil, ordinário, coletânea de erros, sinfonia de sentimentos infantis. Saber que se é isso e pronto. Normal, igual aos outros, e deixar que as diferenciações latejantes quem faça são os segundos em suas próprias percepções sem a necessidade de estampar isso como medalha de honra, ledo engano. Porque se se é uma cabeça um pouco incomum e um tanto brilhante na manada, se é e pronto. Mas invulnerável aos mais sujos e baixos gestos ninguém é, sem centenas de calcanhares de aquiles.
O que digo não é uma apologia à baixa auto-estima, não... Ficar deixando que os outros encontrem sua luz é complicado, porque todo mundo vive de ideais de pessoas inexistentes. A apologia que talvez esteja fazendo é a única que eu sempre faço: auto-conhecimento. Acreditar que se é uma peça importante na vida de outros, que se tem um potencial pra feitos grandiosos e que apesar de todos os defeitos, físicos e de ação, se é uma pessoa encantadora, não é ruim, é bom! Mas se cegar com isso?
Vai ver um pouco de insegurança e deixar isso transparecer não faz mal a ninguém. É uma pena que existam vampiros ao nosso redor que se alimentam só da nossa infelicidade (tirando o fato que todos somos vampirescos [a desgraça alheia é a graça do dia], mas falo dos mais acentuados, os pedra no caminho, os empurradores pro abismo). Enquanto os outros estão aí para nos fazer libertar, encontrando parte de nós mesmos neles... "a mão que afaga é a mesma que apedreja", no sentido social da coisa, apesar da frase fazer sentido literal em alguns (ou muitos) infelizes casos.
Se sentir bem em perceber que não se é lá uma pessoa tão diferente assim é um gosto que todo mundo deveria se possibilitar a ter, é um gosto novo, nem azedo, nem doce, nem salgado, nem amargo. É o tipo do gosto que a língua não seria capaz de perceber. E o aroma que solta... Magnitude plena. E ainda o nariz não é o instrumento para percebê-lo. Nem as mãos o tato disso tudo, nem os ouvidos a música que compõe. Mas os olhos... Ah... esses sim... E talvez, de olhos bem abertos, o resto dos sentidos consiga acompanhar as frações de se ser o que se é.
| Postado por Laila Razzo
às 1:32 PM |
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Terça-feira, Outubro 28, 2008 |
Existem algumas tristezas constantes provenientes de minhocas cerebrais colossais e faraônicas em potência apesar de serem pequenos anelídeos. E como todos esses seres, alimentando-se de matéria em decomposição elas circundam minha caixolinha, só que elas não saem de lá e o resultado da digestão da podridão se torna novamente comida pra pensamentos biodegradáveis.
Que grande merda, meus amigos. Qual é a solução para tirá-las do crânio e deixar meu conjunto seleto de mágoas e decepções para serem esquecidos em uma simples lixeirinha de plástico barato mental?
Com essa questão me propus a pensar ativamente no quesito, colocando as criaturas gordas e com mais anéis que saturno para cochilar, esperando que elas pudessem ter um sono tão profundo quanto o da bela adormecida sem o príncipe. Como fazer? Como fazer?
Vou me mudar! Ir para longe, onde campos verdejantes predominam e ovelhas me acordam em vez de odiosos carros de som de candidatos à prefeitura. Vou me vestir de camponesa, beber um pint or two todos os dias antes de dormir e trabalhar no mercado mais próximo vendendo idéias engenhosas para solução de mazelas da vida alheia. Ou vou virar pilota de avião, reconstruir sozinha um concorde, treinar uma tripulação de pessoas insatisfeitas com a vida para atuar no triste ritual de "como colocar seu salva-vidas" e, quem sabe, ir à lua para um banho estelar. Ou poderia cometer um homicídio. Dois? Três? Viraria uma serial killer, isso, uma serial killer. Fazendo uma seleção de partes do corpo das vítimas aptas a serem arrancadas sem tirar a vida do indivíduo, mas que me proporcionariam muito sangue pra enxugar e muitas outras partes para tirar até o momento de óbito. O resto eu passaria no liquidificador e juntaria com vitamina de mamão , maçã e abacate para dar aos meus vizinhos queridos e eles adorariam, sem sombra de dúvidas. E ainda, posso esquecer disso tudo e ir pra África segurar as crianças no colo e me fazer famosa pelo contraste da minha boa saúde com os pobres desnutridos que um fotógrafo famoso amigo meu estamparia nas revistas e jornais do mundo inteiro.
As opções são muito poucas para me livrar dessas minhocas estúpidas! Mas, e se eu alimentasse elas tanto ao ponto de se tornarem minhozillas e explodirem? Hm, o único problema seria uma tendência à insanidade e tiques nervosos, mas creio que vale a pena o risco... Até mais então, que estou indo exercitar meus dons para com a paranóia.
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| Postado por Laila Razzo
às 3:04 PM |
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Terça-feira, Outubro 14, 2008 |
Eu escrevo como quero. E escrevo como quero porque posso escrever como quero. Não estou aqui pra ser cicrana ou fulana que escreve muito bem, estou aqui pra colocar pra fora qualquer pensamento que aparecer, e colocá-lo da forma que sair. Afinal de contas, não estou dependendo de nenhum resultado do que escrevo. Escrever como uma adulta? Por favor, gimme a break. Eu nunca vou escrever da forma chata dos adultos e nunca vou me render somente aos floreios deles. Quem escreve apenas com uma cabeça adulta reverbera o tédio profundo da vida com suas adultices. Sou adulto por isso DEVO escrever como adulto, sou criança por isso DEVO escrever como criança? Quanta limitação! E quanta estereotipagem!
Aprofundar-me nas minhas idéias? Ora, mas veja só, estou eu a escrever uma tese para ser avaliada? Preciso agora escrever de acordo com parâmetros? Faz-me rir! E quem aqui quer parecer intelectual? Eu não. Nem que eu fosse. As minhas opiniões expostas, as brincadeiras que faço e todo o conjunto das minhas palavras aqui nesse blog nunca foram e nunca serão feitas para mostrar um nível intelectual, muito menos com o intuito de serem avaliadas como profundas ou não. Quem quer ler algo profundo não deve reconhecer esse blog como um centro de postagens desse tipo. E ainda existe uma diferença entre profundidade e aprofundar-se. Deixe-me explicar:
Profundidade vem com sensibilidade e visão CORUJAL. Aprofundar-se é colocar de forma compreensível uma linha de pensamento no papel (ou na tela) indo além da base das teorias e percepções, explicando tudo tim-tim por tim-tim, mas para mim "para bom entendedor meia palavra basta", não é preciso escrever um livro para explicar uma idéia se o intuito não for esse. O pior é que muitas pessoas acabam se enganando com essa idéia de ter que se fazer entender com uma série de parágrafos que falam a mesma coisa apenas com palavras diferentes. Não, não fica dinâmico, fica chato. E a minha razão de blogar não é escrever capítulos de teorias filosóficas.
O problema do mundo é levar certas coisas à sério demais. Não há pretensão de ganhar estatuetas de prêmios com as coisas que escrevo aqui, a pretensão é uma só: escrever e deixar-me escrever, seja como for, sobre o que for. Não tenho um "estilo literário", a cada postagem pode-se perceber diferentes formas de expor idéias ou comentar fatos e simples viagens estáticas. Meu compromisso é um só: escrever para me fazer um bem, e com sorte fazer um bem a alguém, usando a língua com todas as suas formas, estéticas e aparências. E em tempo: é mais importante a profundidade do leitor do que a do escritor em suas palavras. Se um leitor só consegue transcender com um escritor que aprofunda-se sempre, meus pêsames. Um escritor não tem o dever de colocar às claras todos os galhos de seus pensamentos, e não colocar não significa que não haja essa percepção extensa. É até engraçado... Não se pode chamar uma pessoa que escreve de escritor se nunca publicou nada, mas um leitor é qualquer cidadão que tenha capacidade de ler, quando a leitura só traz algum resultado quando se apreende o que é lido e se projeta em diferentes situações através da capacidade de associação de cada um, quando se apreende o que é lido e se compreende além das palavras escritas.
Receber uma crítica dessa vinda de alguém que sem dúvida concorda comigo é até estranho, e eu poderia responder só com a primeira frase desse post, mas tem horas que se fazer entender e os tim-tins por tim-tins são necessários, mesmo quando não exista tim-tim por tim-tim limitado, porque eu poderia fazer um livro cheio deles e ainda assim faltaria alguma coisa para ser citada. Mas e aí? Não deu pra entender?
| Postado por Laila Razzo
às 1:09 PM |
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Our lives begin to end the day we become silent about things that matter M. L. K.
/quem/
Laila.
Razzo é pseudosobrenome.
2, Dezembro, 1988.
Nosce te ipsum eterno.
/outro hobby/
/blogosfera/
Learning to Live
Yell Free
Lizard Love
Leandro Balby
Aritanna Varney
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A Caixa Selada
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